Ana, em Curitiba, pensando em passar janeiro em BC
- 1.Home → "Vou para lá"
- 2.Destino, chegada 20/12, saída 20/02
- 3.Vê 4 vagas que aceitam gente de fora, 1 com alojamento
- 4.Salva plano e liga alertas no WhatsApp
Fase 5 disponível. Abaixo está o rascunho anterior, preservado como referência.
Abrir o novo protótipo BIQO →Protótipo visual · reunião de sócios
Oito telas para testar se a tese funciona sem parecer um Indeed disfarçado. Começando por Balneário Camboriú. Todos os dados são fictícios; nada aqui é um produto pronto.
A tese central é boa e a disciplina de "validar antes de construir" é o ponto mais forte do documento. O diferencial real não é a IA — é o dado de disponibilidade + localização + tempo, que nenhum canal atual estrutura. Os ajustes abaixo são o que eu mudaria antes da reunião.
O documento reconhece o problema, mas o grupo de WhatsApp é gratuito, já existe e é "bom o suficiente" para 80% dos casos. Recomendação: começar mais estreito do que o documento propõe — um segmento (bares e restaurantes) e dois bairros (Centro e Barra Sul), não "todos os tipos de trabalho em BC". Densidade vence amplitude.
Anunciar "Garçom — R$ 180 hoje" é, na prática, anunciar trabalho informal. A plataforma não contrata, mas facilita. Antes da operação manual, uma conversa com advogado trabalhista para definir as modalidades exibidas (RPA/diária, intermitente, temporário Lei 6.019, MEI) e o texto de responsabilidade. Nas telas, a modalidade virou campo obrigatório.
Reputação e comparecimento estão no futuro do documento. Para diária, é o núcleo: a empresa só volta a usar se as pessoas aparecerem. Ajuste: confirmação de comparecimento e histórico visível desde o MVP — é também o único dado que WhatsApp e Instagram não entregam.
R$ 49–99/mês faz sentido para quem contrata o ano todo. Para o restaurante de temporada, cobrar "Pacote Temporada" (dezembro a março) e um avulso por oportunidade fora dela combina melhor com o fluxo de caixa do cliente. Teste os dois na Fase 1.